O Sal da Língua

Sons organizados de forma a exprimirem uma grande variedade de emoções.

Strange Days, 1967

 

ef059a27c6bc4feb809224fde6601cee_500.jpg

The Doors, Strange Days (1967)

Álbum que está comigo quase desde que ouço música. Os Doors teriam de chegar aqui um dia e não passa de hoje. A discografia morrissiana prestava-se a vários amostras aqui no blog, mas escolhi este. Também porque diz muito sobre o momento que estou a atravessar em termos pessoais. São dias estranhos que se vivem. Num minuto sou o careca dos bigodes a suportar uma barra de 100 quilos (que na verdade é de esferovite) e no outro sou o acrobata prestes a cair. Ou o anão aos saltos a clamar atenção. Ou o malabarista que na verdade não sabe fazer outra coisa. Não, confesso que sou o trompetista à procura da música ideal. Talvez um pouco de todos. Ainda não sei bem. De qualquer forma, estes temas pertencem à fase inicial dos Doors, a mais interessante. Sobretudo nas letras, antes de Morrisson se dedicar às caricaturas de si próprio. E as drogas não eram ainda tão pesadas. Um disco equilibrado no génio, portanto.

nunoromano

Advertisements

No comments yet»

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: